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Mês: outubro 2020

Superando o Medo da Pobreza

Superando o medo da pobreza!

Naquilo que você pensa, você vibra e o que você vibra, você atrai.  

Quando você teme alguma coisa, há mais probabilidade de atraí-la. Nesse artigo eu vou te explicar de onde vem os medos, o medo da pobreza e quais técnicas podem ser utilizadas com base na PNL (Programação Neurolinguística) para superá-los. Vamos lá?

O medo é atração

O melhor exemplo é o medo de cachorro, parece que ele fareja o medo e late. 

Se você tem medo de cachorro, não demonstre, ou melhor, nem sequer sinta o medo porque ele sente o cheiro do medo e vai segui-lo e não adianta correr. É pior se apavorar.  No entanto quando se enfrenta e age naturalmente, não demonstrando medo, o cachorro para de atacar e segue outro caminho. 

O medo da Pobreza e a PNL

O medo da pobreza é o mais poderoso dos medos, é uma oração ao contrário.

Quando mais sofrer pela pobreza maior a probabilidade de atraí-la. 

Já morei em favela e lembro-me do quanto minha mente trabalhava no sentido de pensar que tudo aquilo era passageiro. Não sofria a pobreza porque era algo temporário, ou seja a pobreza tinha início, meio e fim. 

O fato de imaginar que não seria para sempre, era como se eu desqualificasse as dificuldades de não ter água encanada e nem fogão.  

Lembro-me do quanto admiti como verdade a frase “Tudo é passageiro com exceção do trocador e do motorista”

Nas padarias eu olhava os doces e imaginava a delícia de comê-lo e pronto.  Hoje imagino o quanto de gordura eu terei a mais se comê-lo.  

A atitude de me distanciar das dificuldades e focar nas oportunidades me ajudou a encontrar trabalho. E valorizei muito o trabalho, a ponto de hoje aos setenta anos não conseguir me aposentar. Sou “inaposentável”. 

Imagino morrer em uma sala de aula, em plena atividade, sentindo o prazer de estar realizando algo que considero importante.  

Troquei o medo pela vontade de aplicar minha energia em alguma atividade, fosse ela lavar um banheiro, deixar um recado, aguar plantas, balconista, babá, ser secretaria, fiz de tudo e sempre encontrava um tempinho para estudar.  Invejava somente aqueles que tinham mais tempo para se dedicar ao conhecimento. 

Lembro-me de ter entrado em um colégio e ficar em pé perto da porta de uma sala de aula, ouvindo com dificuldade a voz do professor. Até hoje sinto uma alegria gostosa de estar em uma sala de aula seja como aluna ou professora.  

A obsessão em acreditar em dias melhores e me colocar em atividade, foram me entusiasmando e atraindo acontecimentos que se transformaram em oportunidades as quais agarrava com unhas e dentes. 

Existem várias maneiras de enriquecer, e a PNL traz técnicas e ferramentas onde o individuo olha para dentro de si e concentra a sua energia e força na busca pelo que lhe faz crescer.

Até os objetivos, com a PNL, se transformam, pois o autoconhecimento faz com que a pessoa entenda que nem sempre o que ela quer é o que ela precisa, e isso contribui na expectativa x realidade, evita frustrações e incentiva a percorrer o que de fato importa e acrescenta.

Hoje me sinto rica de energia da assertividade. Atualmente coloco minha energia onde ela é necessária para mim e para outras pessoas. Olho para traz e percebo o quanto avancei, ousei e desafiei o medo a ponto de valorizar cada experiência, cada degrau, cada esforço para ter a recompensa de me sentir mais forte do que o medo.

Acumulei a riqueza da experiência em enfrentar o medo. Dentro de mim, no meu laboratório de vida, desenvolvi o antídoto contra a paralisia e avancei!

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – PNL irá lhe ajudar a vivenciar de forma saudável todas as emoções internas e externas e agir na inteligência psíquica e emocional. 

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Saber se comunicar é um dom ou se aprende?

Saber se comunicar é um dom ou se aprende?

Por muito tempo em minha vida, senti na carne a dor das incompreensões e desentendimentos frutos de uma comunicação distorcida.  O resultado? Perdi amizades, fiz péssimos negócios e o mais grave de tudo: criei um ambiente interno confuso ao ignorar os preceitos básicos de uma boa comunicação. 

Eu mesma não conseguia traduzir em palavras o que realmente acontecia dentro de mim, e vivia dentro da mais tosca ignorância afetando negativamente o lado emocional. 

Nesse artigo você entenderá a importância de uma comunicação clara, objetiva e assertiva, e discutiremos se ela já vem conosco ou pode ser adquirida durante a nossa jornada, vamos lá?

Outro idioma

Na vida familiar e profissional era como se eu falasse chinês para alemães. As palavras não eram compreendidas, quando mais falava maior o atrito, e os relacionamentos tornaram-se de baixa qualidade. Sem contatos pessoais verdadeiros e profundos, aos poucos me sentia uma ilha perdida no oceano, sem conexão com as demais, e o mais sofrido, uma estranha sem entender a mim mesma.  

Embora procurasse me silenciar diante das outras pessoas, eu não conseguia fugir do barulho das falas internas.  A vida interior foi se tornando algo confuso e sem sentido.

A PNL aplicada a comunicação assertiva

No auge da crise, conheci a Programação Neurolinguística – PNL e compreendi a importância do uso da palavra adequada no processo da comunicação.

Custei muito a entender que: “A responsabilidade da comunicação é do emissor”. 

Se o receptor compreendeu diferente é porque faltou sensibilidade para falar uma linguagem adequada ao nível do ouvinte. Embora não tenha nascido com o dom da comunicação, aprendi, com a PNL, a me comunicar de forma adequada, me fazendo entender e entendendo mais as pessoas. 

Comunicação

Atualmente, tenho a certeza de que o que eu digo é diferente do que a pessoa escuta e por esta razão uso as perguntas para me certificar se o que o outro entendeu foi o que realmente foi dito. 

Mapa não é território

Uma revelação que muito me ajudou na comunicação foi o pressuposto utilizado pela  PNL, de que  “Mapa não é território”.  Ou seja, o mapa que fazemos da realidade é diferente da realidade. Posso olhar uma rosa e descrevê-la de forma diferente de uma outra pessoa.

Cada um vê a mesma coisa de uma perspectiva única e original, assim como a impressão digital, não existe percepção idêntica. 

E ainda tem o fato de que, cada palavra está grávida de vários significados.  Se  perguntarmos o significado da palavra “amizade” cada pessoa dirá e sentirá algo diferente. Enfim, cada cabeça, uma sentença.

PNL aplicada a Inteligência Emocional

Para resolver esta questão existem algumas técnicas da PNL que diminuem os ruídos entre o emissor e o receptor, por exemplo: abolir os adjetivos e substituí-los por descrições sensoriais, ou seja ao invés de dizer que uma “pessoa é boa” deverá descrever os comportamentos que traduzem bondade, por exemplo: a pessoa cuida dos irmãos, é voluntária em obras de caridade etc. Esta forma, descrevendo ações, é mais fácil entender a que ser refere o adjetivo “boa”.  

O adjetivo “boa” pode estar relacionado a vários outros aspectos, como por exemplo:  um ladrão pode ser muito bom no que faz.  Uma mulher pode ser considerada “boa” pelas medidas do seu corpo.

Então, para evitar interpretações subjetivas, a comunicação é mais eficiente quando há descrições de fatos, pois contra fatos não há argumentos, nem suposições.

Em uma discussão por exemplo quando ouvimos: que alguém é desatencioso. O ideal é perguntar: Qual foi o comportamento que você observou no outro para deduzir que ele é desatencioso? Utilizar perguntas a fim de traduzir o adjetivo em comportamentos,  é a base da comunicação cientifica que vai além da ofensa pessoal e  nos dá uma informação de como o outro está percebendo o nosso comportamento.

Falar do comportamento é mais pedagógico e não ofende a identidade da pessoa.

Abolir os julgamentos é retirar do vocabulário os adjetivos e se comunicar apenas com informações de alta qualidade, isto é informações sensoriais: o que vê e ouve.

Esta regra auxilia também o autoconhecimento porque ao invés de dizer: “Eu sou preguiçoso”, é mais educativo descrever os fatos que levaram a esta conclusão, como por exemplo: “Por quatros vezes, nesta semana, eu dormi durante o dia e adiei as tarefas.” 

Ser preguiçoso é uma afirmação que afeta a identidade e baixa a estima, mas ter comportamentos é algo que pode ser modificado.

Assim, a autoestima continua em alta e toma-se consciência de que a preguiça está precisando ser neutralizada com a disciplina, por exemplo. Esta comunicação e’ eficiente na transformação dos seres humanos porque expõe a limitação e resgata o recurso necessário, permanecendo o senso de valor. 

Tom da Voz

Outra regra importante para uma comunicação persuasiva é o tom de voz e a fisiologia congruente. Dependendo da forma como se fala, tem “não” é que é “sim” e, tem “sim” que é “não”.  E muitos outros usos da palavra que podem preservar o estado emocional tais como: “estou atencioso com…” ao invés de “estou preocupado…”, dizer: “estou aborrecido…”, ao invés de “estou com raiva..”, ao invés de dizer “não tenho a menor dúvida”, dizer: “tenho certeza”.  

Isto porque cada palavra tem um energia que impacta negativa ou positivamente no sistema nervoso e pode-se evitar o estresse, aprendendo a escolher palavras com  impactos positivos.  

No que diz respeito ao uso dos verbos, uma coisa é dizer: “Sou doente”, outra coisa é dizer: “Estou doente”.  Percebam que dizer: “Sou alegre” é mais edificante do que “Estou alegre”. Por falta de conhecimento do poder da linguagem na comunicação, utilizado o verbo “ser” e “estar”, indevidamente. Assim como os tempos dos verbos “gostaria” ou “estou querendo” tem impacto fraco ou forte na realização de uma ação.  O futuro do pretérito tem menos força do que o gerúndio. 

O Poder da Palavra

Enfim, a palavra é uma ferramenta importantíssima para definir a qualidade dos relacionamentos de uma pessoa com ela própria e com os demais, e a PNL  ao pesquisar os grandes comunicadores, descobriu que é possível modelar uma linguagem elegante e poderosa para influenciar a si próprio e encantar os demais com palavras que resgatam estados de excelência e tornam a comunicação um instrumento de inspiração e aproximação entre pessoas. 

Você pode reaprender a falar de forma mais assertiva e melhorar os resultados de sua comunicação, conquistando mais qualidade de vida. 

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – PNL irá lhe ajudar a vivenciar de forma saudável todas as emoções internas e externas e agir na inteligência psíquica e emocional. 

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