fbpx

Mês: setembro 2020

A Origem do Medo

A origem do medo?

O maior medo é ter medo de sentir medo. A sabedoria está em aprender a lidar com os medos pois são forças instintivas com o objetivo de nos proteger diante do abandono, do enfrentamento, da perda e da morte. 

Nesse artigo você entenderá a origem dos medos e quais as armas que temos para enfrentar-los.

Medos Primários

São denominados os medos primários e são  sagrados porque contribuem com a nossa evolução. Por exemplo o medo do abandono nos faz cuidar das nossas relações sendo carinhoso para que o outro nos aceite e nos queira por perto.  

Medos e enfrentamentos

O medo de perder nos faz mais cuidadosos, mais prudentes, mais econômicos em administrar as posses e o prestígio e até os recursos naturais, sendo mais parcimoniosos em usar a água, a terra e o ar.  

O medo de enfrentar faz com que a gente se prepare mais para uma reunião, para um encontro e também para enfrentar nossas sombras. É desafiador saber que não é o outro o culpado do nosso aborrecimento e sim as sombras: o próprio orgulho, rigidez, radicalismo, egoísmo, prepotência. E enfrentar a dor das nossas debilidades que estão no inconsciente é trazer a luz para aquilo que não queremos ver. 

Negar as sombras é um suicídio inconsciente que leva a intranquilidade, falta de paz de espírito, por não querer escutar a voz profunda, o chamado da consciência. 

Isto porque temos um medo inconsciente de reconhecer as nossas debilidades e também um medo de resgatar nossos potenciais de generosidade, de fraternidade e outras virtudes. Porque quando for fraterno realmente, como irei agir? Esta nova maneira de ser, amedronta.

Steve Pressfield diz que um dos nossos medos inconscientes é o medo de ser bom, pois a bondade exige uma mudança estrutural em nossas vidas.  

Medo da morte

E por último temos o medo de morrer e assim cuidamos do corpo, da saúde, temos atenção ao atravessar a rua. O medo é paralisante quando o colocamos na frente, mas  nossa frente, mas excelente quando vem atrás nos impulsionando. 

Medos, fobias e o desconhecido

Fazendo um retrospecto, na história da humanidade, a absoluta falta de conhecimento, faz com que o medo vença a capacidade de realização e a vida torna-se pequena, banal e sem sentido. O medo enfraquece e manipula. Se quer dominar uma pessoa, inculta o medo e ela irá se dobrará diante de você. 

A lista de medos é infindável.

Medo de elevador, de ficar em lugares fechados, medo do amanhã, de mudar de cidade, de perder bens materiais, de perder a família, o prestígio, o poder, medo da pobreza, da crítica, da doença, meda da velhice, medo da perda da liberdade. 

Qual é o seu medo?

Os piores medos são os desconhecidos que estão no inconsciente atrapalhando a evolução, tais como o medo do fracasso. E nesse momento é importante questionar se o fracasso é em relação a expectativa dos outros. Será que é tão importante atender os parâmetros que a sociedade considera como sucesso? 

As vezes se valoriza tanto o “parecer ter sucesso” que se deixa de lado o que é a realização plena, os sonhos e os ideais. Atender as exigências dos padrões externos é um caminho para sentir o quando é gigante o medo do fracasso, pois a expectativa do outro é sempre maior do que se possa realizar. 

Existe o Fracasso?

Segundo a PNL (Programação Neurolinguística), existe somente resultados. Afinal somos falíveis e estamos aqui para aprender a viver e viver é aprender com as falhas.

É doentio querer cobrar a perfeição. Perfeição é de outra dimensão que transcende a condição humana. O equívoco é uma oportunidade de experimentar diversas maneiras de conseguir algo. A vida é um aprendizado de erros e acertos. 

Erros e acertos

Outro medo muito forte é o da mudança, de ser diferente, de fazer diferente. E maior será o medo quanto maiores forem as referências externas. Depender de apoio dos outros é um prato cheio para o medo.   

As empresas de seguro, aumentam os perigos externos, porque quanto mais a pessoa tiver medo, mais fácil é manipular para comprar a apólice de seguro.  Quanto maior o foco no centro de si, menor será o medo, e quanto mais avançar  apesar dos medos, mais confiança de fazer o diferente, e aos poucos vai trazendo uma segurança que aumenta a capacidade de vencer e também o poder sobre nós mesmos. 

No centro o medo não existe. 

Outro medo muito conhecido, é o medo do desconhecido, e não é somente o medo do desconhecimento de situações externas, e sim daquilo que desconheço dentro de mim e por esta razão me domina. Fugir daquilo que  desconhece é se diminuir. O que faz uma pessoa recuar é a falta de confiança de que pode vencer.  

O medo do desconhecido vem da falta de autoconhecimento pois quando a pessoa conhece suas reações e a capacidade de dominar as situações limites, o medo desaparece.

Todos estes medos tem origem no apego. As classes mais abastadas tem medo de perder aquilo que já conquistaram e por esta razão sofrem de um medo crônico. Os miseráveis são perigosos e afoitos, pois não tem nada a se apegar e porque não tem nada a perder. 

O medo paralisante nos estaciona, nos envelhece, ao perder a esperança, a capacidade de aprender e de renovar, cedemos ao medo e envelhecemos por antecipação.

Quem não erra é porque não realiza

Mas a vida é pedagógica e tem o objetivo de oferecer ao ser humano a capacidade de crescimento através de problemas, de aprender a lidar com os medos, os “fracassos”, o desconhecido. 

Dentro da visão filosófica não existe o fracasso absoluto, existe o erro, e quem não erra é porque nada realiza.

Viver não tem ensaio e para se autoconhecer, requer se jogar nas situações e relacionamentos. Um ermitão em uma ilha isolada é incapaz de avaliar a capacidade de aceitação, de paciência, de flexibilidade pois o conhecimento de si, aflora na relação, no contato com o outro. 

Não adianta ler um livro, e sim reconhecer o medo e agir. Se ficar paralisada significa que o medo dominou e a solução é agir cobrando uma passagem para neutralizar o medo de viajar de avião. O medo se retrai e pode até se dissolver diante do enfrentamento

Como o medo é uma força da natureza, um instinto, um impulso que permite manter a vida, na própria origem do medo, está a capacidade de superação. É no próprio medo que vem a força de enfrentar o problema, e para descobrir o antídoto deve-se perguntar:

Porque o medo de enfrentar esta situação? E descobrindo as raízes internas, encontrará como transcender. O antídoto do medo está dentro de cada pessoa.

Para resolver o medo é preciso ir para o patamar de cima, pois a solução do problema está em um nível acima do qual foi criado. Isto requer uma melhoria interna ou seja, desenvolver capacidades: de se relacionar, de falar em público e muitas outras. 

Buscar dentro de si recursos para solucionar uma situação de medo é uma forma de crescer. Resgatar capacidades novas, que ainda não foram utilizadas, é uma oportunidade de se expandir por dentro. 

O medo vem pela insegurança, de sentir-se incapaz de ter poder sobre si mesmo.  Acreditar em si e ter confiança é a chave para avançar apesar do medo.

Desde que nascemos a vida entrega novidades para que se possa desenvolver capacidades para dominar a realidade. Às vezes, por preguiça de pensar alimentamos a ideia de que o problema não tem solução, até que a vida  coloca uma barreira no caminho, como uma oportunidade de crescimento e nos oferece a opção de potencializar as debilidades e estagnar ou, descobrir qualidades internas que nem sabia que tinha e crescer. 

Elemento importante para vencer o medo é a AÇÃO e em segundo lugar a CORAGEM. Segundo Platão, coragem é seguir as vozes da razão independente da dor ou prazer. Quando se segue os princípios, o medo da dor e do sofrimento, ficam em segundo lugar.

O medo está no DNA como instinto de preservação, e por esta razão, está ligado ao egoísmo que torna a pessoa cada vez mais individualista e fechada em uma redoma com medo de sair de casa, de dirigir, de se expor, de ser ridicularizada, de ser traída pelo outro.  

Superando os medos

A solução é caminhar e fazer o que tem de ser feito apesar do medo.   E  acima de tudo, resgatar o amor.  O amor é o sentimento que faz com que se rompam as barreiras que o medo trava.  O medo primário cuida de nós, mas o amor cuida de todos.  O amor este sentimento mais amplo que se conecta com o que é divino e que move todas as coisas, vai fazer com que a gente vença o instinto em nome de um valor maior, uma virtude humana.  Além do instinto de preservação, o que deve dominar na vida dos seres humanos são os sonhos e os valores.  

O medo não é para ser eliminado e sim apender a conviver com ele.  O medo é positivo quando nos deixa atentos para perceber o perigo que ameaça o físico, psicológico e mental e aprender a reagir e crescer.  Se o medo paralisa, ele é negativo. Podemos disser que o medo é uma realidade do ser humano e pode nos dominar e nos adoecer, ou pode ser trabalhado positivamente e nos ajudar a evoluir. 

A fonte e a superação

A fonte do medo é o apego e a ignorância. Por exemplo, o medo de morrer é desconhecimento de que a consciência é imortal, e somente o corpo, esta vestimenta de carne e osso é temporário, a consciência é eterna. Quando sairmos desta dimensão terrena, continuaremos existindo em algum lugar. “Busque a verdade, e a verdade o libertará”

Através de um processo de autoconhecimento, de observação imparcial  perceba a diferença do medo instintivo, o medo real e o criado. 

A consciência pode lhe livrar do medo criado, e estabelecer uma convivência pacífica com os medos instintivos. A chave da prisão é separar os medos criados dos medos necessários à autopreservação. Consciente dos medos é possível abrir caminho para a autoconfiança, a fé em si mesmo, o ingrediente indispensável de uma vida que vale a pena ser vivida.

Gostou do artigo? Continue nos acompanhando aqui no Blog e pelas redes sociais. Sempre com conteúdos sobre a Programação Neurolinguística e a jornada em busca do autoconhecimento.

O medo de perder o amor

O medo de perder o amor

A palavra “amor” é muito cantada porque é pouco vivida. E cada pessoa vive o amor do jeito que imagina que ele seja. Em minha vida, à medida que foi amadurecendo, o amor foi se configurando de vários aspectos.  

Quando jovem imatura, alimentei um amor obsessivo, dependente e ciumento. Queria que o ser amado tivesse olhos somente para mim, o que gerou um desequilíbrio na minha relação com o parceiro, e aos poucos, compreendi a tremenda degradação do amor, beirando o patológico com possibilidades de chegar ao trágico.  

Depois resolvi viver o amor na brincadeira, no flerte, e usava da juventude para me fazer atraente e querida, mas um “amor” sem compromisso, sem profundidade, até perdeu a grança. Muita superficialidade e pouca sensação de completude.   

Outras Formas de Amor e Amar

Passei então a amar as experiências intensas, passionais com todo o romantismo das novelas mexicanas, mas o ciclo se esgotou. Foi como comer chocolate, gostoso e passageiro.  Cansei de amar feito fogos de artifício. 

Passei então a amar viajar e conhecer muitos lugares interessantes, culturas diferentes, museus, aventuras, mas com o tempo percebi que o melhor da viagem era voltar para casa. 

Passei a amar as origens. Lembro-me da satisfação que eu sentia quando o avião pousava em território brasileiro. E com isso, desenvolvi uma mania de sair de casa pensando na delícia do retorno ao lar, ao cantinho onde estava acostumada e me reconhecer como dona do espaço. 

Mas, com o passar do tempo, comecei a ansiar por descobrir o lar de origem, para o qual um dia todos retornaremos. 

Quando as crianças nasceram conheci o amor maternal, sentia-me realizada alimentando os pequenos, cuidando deles ainda indefesos.  Considero o mais puro dos sentimentos, porque deseja o bem do outro, sem esperar contrapartida.          

Outro sentimento belo é amizade verdadeira, com vínculos profundos, um amor virtuoso, desapaixonado, um companheirismo, sem ligação íntima ou carnal. São amigas e amigos com os quais aprendi a satisfação em ajudar e tenho a certeza de que com eles posso contar.

A idade mais avançada me trouxe o amor pelas realizações, que tiveram um efeito terapêutico.  Desenvolvia projetos, executava muitas ações como um antídoto para aliviar o vazio, eliminar os pensamentos destrutivos e construir um estado de serenidade. A atividade me faz sentir viva e querer conhecer mais.

O hábito da leitura foi importante para desenvolver o amor pelas ideias, busquei conhecer pensadores, filósofos, gurus, líderes espirituais, conselheiros, mestres que estimulavam em mim a ânsia pelo conhecimento, o que me fez viajar para Índia e sentir a gratificação de ter experiências mútuas.  

Viagem interior

Agora, procuro viajar para dentro de mim mesma, em busca do meu mestre interior. Passei então, a amar minha companhia, estar sozinha comigo mesma, a ser a minha melhor amiga, aquela pessoa que se curte e se aceita, e assim desenvolvi um amor próprio, um senso de valor e dignidade, um cuidado com o corpo e com a mente, veículos que recebi para atuar no mundo.  

Nesta viagem interior, senti a necessidade de organizar a mente, estudei   Programação Neurolinguística – PNL e aprendi a importância do uso  correto das palavras. 

Passei então a usar o verbo amar de forma adequada. 

Antigamente eu dizia “Eu amo calça jeans”, ou “Eu amo chocolate”, “Eu amo viajar”, “Eu amo praia”, mas agora, digo: “Gosto de calça jeans”, “Amo meus pais” e “Adoro a Deus”.  Afinal, existe um verbo apropriado para cada experiência. A palavra tem uma força vibracional de tal forma que é preciso falar um verbo que define corretamente cada emoção, cada sentimento, pois quanto mais o ser humano é capaz de nominar os seus sentimentos mais consegue discernir a experiência emocional trazendo assim mais equilíbrio.

O ideal é ter uma riqueza de vocabulário para usar a palavra correta que nos estabiliza e enobrece e possibilita criar um estado de grandeza e normalidade.

Com a mente organizada e as palavras adequadas, criei espaços para apreciar o amor a Deus. Embora não saiba explicar, eu sinto que existe um mistério em tudo e acredito em uma força superior, em leis que regem o universo e que tudo tem um sentido, uma lógica, uma ordem sublime.

Até quando nada acontece, há um milagre que não conseguimos ver 

Guimarães Rosa. 

Conclui então que a melhor maneira de amar a Deus, é dedicar-se a coletividade e tive momentos de querer fazer caridade e ter compaixão pelos necessitados. Embora admire os altruístas, aqueles que fizeram sacrifícios para o bem de outras pessoas, ainda me encontro recebendo muito mais do que tenho capacidade de doar. 

Sofro pelos que morrem sem ter completado o ciclo de vida, mas ainda assim, não morreria por eles. No fundo tenho inveja de quem é bom e serve ao outro, simplesmente por  amor ao serviço acima dos seus próprios interesses e de forma despretensiosa. 

Resta-me reconhecer minhas limitações, e confiar que a misericórdia divina criará condições para que minha evolução se concretize, e perceba a necessita de ter amor aos fatos, de tal forma que   todos os acontecimentos, quer agradáveis ou desagradáveis, sejam aceitos como um chamado para evolução. 

Crescimento

Tudo o que me acontece é para regar as sementes que me levam a aprender e crescer. Cada fato é o medicamento certo, prescrito milimétricamente para mim. A vida é justa, e a dor é necessária para que meu ego pare, reflita e escolha o melhor para o meu crescimento. 

Tudo que acontece é para o meu bem. Meu passado não é mais um peso e sim uma escola de vida para o meu aperfeiçoamento, para chegar onde cheguei. Integro o meu passado e amo o meu destino que não sei exatamente como será. Mas me entrego e aconteça o que acontecer, irei extrair um aprendizado. Estou aberta para o que der e vier.

É melhor confiar naquilo que vem pois, a natureza sabe do que eu preciso e traz todos os ingredientes para o crescimento humano.  

Hoje tenho a consciência da necessidade de amar o amor, de retribuir este amor misericordioso do Pai que tem me dado mais do que mereço. O “amor” que está fora, ou seja, nos objetos, nas situações e pessoas, é circunstancial e pode ser perdido a qualquer momento.  Talvez a palavra apego seja mais assertiva para denominar o amor que precisa de uma razão forte para existir. 

O amor não quer nada para si, a não ser a capacidade de amar e se alegrar com o bem do outro, independente do que o outro faça ou seja. Acredito que quem tem medo de perder o amor é porque não o tem dentro de si.   

Tenho esperança de um dia poder sentir o verdadeiro amor que não precisa de nada para se manifestar posto que o amor se realiza em si mesmo e se plenifica no coração de quem o sente. 

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – PNL irá lhe ajudar a vivenciar de forma saudável todas as emoções internas e externas e agir na inteligência psíquica e emocional. 

Já conhece o nosso canal de assinatura? Ele é um passo importante na jornada em busca do autoconhecimento e competências comportamentais! Toda semana novos vídeos, clique aqui!

Como preparar a mente para a pós pandemia?

Como preparar a mente para a pós pandemia?

Desde o final de 2019, o Coronavírus está presente em nossa rotina, no início de 2020 essa doença ganhou status de pandemia e desde então trouxe meses de isolamento social, mortes, mudança de comportamento, novas rotinas e uma pergunta: Como podemos preparar a nossa mente para a pós pandemia?

Mente sã

A curva parece estar em declínio e francamente, este assunto de pandemia precisa ser reinventado. Apoio a insistência em trazer as notícias das mortes como uma alerta para se ter mais cuidado, no entanto, de forma responsável. 

O desafio

Parece que alguns não querem entender, outros entendem, mas preferem morrer. Talvez uma diminuta parte da população queira aprender a mensagem do vírus.

Através desse micro organismo a natureza está querendo evitar uma catástrofe maior quando avisa que a falta de cuidado com o planeta gera reações letais.  

Obama em seu discurso para uma turma de formandos diz que esta pandemia juntamente com outros problemas de desigualdade econômica, diferenças raciais, falta de acesso a saúde e a educação, veio mostrar que quem está no comando não sabe o que está fazendo e é de responsabilidade dos jovens de hoje cuidarem das gerações de amanhã. 

É fato que as velhas formas de se fazer as coisas simplesmente não funcionam.     

Porém, há que enfrentar com a confiança de que novas soluções surgirão a partir do aprendizado com os erros do passado. 

O mais importante é fazer o que é certo, baseado em valores elevados como: honestidade, trabalho duro, responsabilidade, justiça, generosidade, respeito e ética ao    invés de escolher o fácil ou gostoso, ou o que traz lucro, ou popularidade.  E ainda, carece de construir uma comunidade.

Ninguém faz grandes coisas por si só. Até para você ser ninguém, precisa de alguém.  O outro é parte da rede que sustenta todos, segundo Fritjof Capra no livro A Teia da Vida. 

Um sistema sustentável cuida do mais frágil, pois a corrente quebra no elo mais fraco.

É preciso ir além do entendimento da mensagem que a natureza está nos enviando  e partir para a ação: evitar poluir as águas rios, consumir menos, cuidar do ar, diminuir a exploração dos recursos naturais porque se não for por amor a natureza, é porque é um caso de vida ou morte. 

O planeta não resiste as agressões humanas.  

Amazonia

Talvez fosse bom conter a ambição desmedida, mas como? Porque mesmo sabendo que a amazônica é o pulmão do mundo, a floresta está sendo devastada? as pessoas continuam passivas? 

Acredito que seja a ausência da noção de longo prazo. A humanidade é imediatista. Vou contar como me eduquei para usar o cinto de segurança empregando as técnicas da Programação Neurolinguística – PNL

A experiência própria com a Programação Neurolinguística (PNL)

Teve uma época da minha vida que eu não dava importância ao cinto de segurança e paguei um bom dinheiro com multas, mas, continuava deseducada.

Sinto de Segurança

Na minha cabeça, o sinto era um empecilho, ele amassava minha roupa, comprimia o meu peito e eu queria me sentir livre e não amarrada. 

Soube então de uma pessoa que havia morrido porque estava sem cinto.  A partir de então, resolvi trabalhar minha mente usando uma técnica chamada Ponte para o Futuro

Técnica da PNL: Ponto para o Futuro

Fiz o seguinte: consultei na internet vídeos que mostravam a consequência desastrosa do desuso do cinto, e imaginei um desastre no qual eu ficava muito mal e passava muitos meses me recuperando com dores e incômodos. Ouvia as pessoas me recriminando e sentindo culpa por estar naquele estado deplorável.  

Depois criei uma segunda cena em que eu usava o cinto de segurança e conseguia minimizar as sequelas físicas, pagando apenas pelo conserto do carro. Avancei ainda mais quando dei um tratamento especial a qualidade da imagem da segunda cena. Como se eu fosse um editor de vídeo, para que a cena permanecesse vívida na memória, utilizei a imaginação para colorir a cena em que eu estava bem, e realcei ainda mais aumentando a luminosidade, o brilho, o tamanho, a tonalidade das cores.

Agora que aquela cena estava digna de um museu de arte, concentrei-me em melhorar a qualidade do som da voz das pessoas me parabenizando pela “sorte” de estar apenas com ferimentos leves. Eram vozes melodiosas e assim, a sensação de alívio permaneceu, fazendo com que eu sentisse satisfação em colocar o cinto.

Se por acaso eu me esquecesse, imediatamente vinha na mente as consequências desastrosas que me impulsionavam a colocar o cinto.     

Maturidade é exatamente a capacidade que de avaliar as consequências dos atos a longo prazo. Caso se deixe levar pelos instintos, ingere açúcar para satisfazer um desejo imediato sem pensar na diabete futura.  

Se a partir de agora instalarmos um hábito de visualizar os seres humanos sem ter como plantar alimentos em uma terra devastada, com dificuldades respiratórias em razão dos poluentes, com sérios problemas de saúde em função da contaminação química das águas e todos os demais malefícios da exploração exagerada dos recursos naturais, sentiríamos temor em prosseguir com a destruição do planeta.  

No entanto, criar cenas futuras dos malefícios e dos benefícios nos faz optar pela preservação da natureza.

➡️ Pensar a longo prazo e agir a curto prazo é uma forma de educar a mente a fazer escolhas sustentáveis. 

Mentes egoístas querem usufruir de tudo que tem direito, aqui e agora, doa a quem doer, aconteça o que tiver de acontecer.  São crianças querendo mimos.  Porém o ser verdadeiramente ecológico tem uma mente voltada para o coletivo, é ético evitando ações que causem danos aos outros, e age buscando proteger as próximas gerações porque quando viaja no futuro percebe os malefícios e os benefícios de suas ações no presente.  

Uma mente aberta entende as mensagens subliminares da natureza e é generosa com tudo que tem vida dentro e fora do homem.   

Vamos aquietar a nossa mente diminuindo os desejos de posse das riquezas naturais, como diz a música:

“mente quieta, espinha ereta e coração tranquilo”.

🎶🎶🎶🎶🎶🎶🎶🎶

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – PNL irá lhe ajudar a vivenciar de forma saudável todas as emoções internas e externas e agir na inteligência psíquica e emocional. 

Já conhece o nosso novo curso online? Ele é um passo importante na jornada em busca do autoconhecimento e competências comportamentais, clique no banner abaixo!