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Categoria: PNL

Como acontece o processo de ancoragem de estados internos de recursos

Como acontece o processo de ancoragem de estados internos de recursos

Todos sofrem com situações limites e ao fugir delas, perdem a capacidade de enfrentá-las, o que será um desastre, um desperdício de uma vida.

Para dar um sentido a toda adversidade, faz-se necessário adquirir alta performance, porém trata-se de um processo construindo dentro de cada pessoa, utilizando a memória que irá servir de anzol para resgatar os melhores estados internos.

A maneira mais simples de evocar um estado emocional é se lembrar de uma experiência passada em que vivenciou o estado com muita intensidade e clareza. Para facilitar, deve-se trazer para o presente a cena do momento com todos os elementos visuais, auditivos, inclusive as sensações.

Na PNL este processo é chamado de ancoragem e é uma das técnicas mais efetivas para canalizar construtivamente nossas poderosas reações inconscientes, de forma a estarem sempre ao nosso dispor.

A ancoragem é um mecanismo consciente que fará com que crie o estado que deseja em qualquer situação. Quando a pessoa ancora alguma coisa, com

bastante eficácia, o recurso estará lá, sempre que precisar. 

Ancoragem é a técnica mais efetiva para acessar reações inconscientes de forma a estarem sempre ao nosso dispor. 

Podemos sempre ter acesso aos melhores recursos.

A imaginação nos prepara para vivenciar a realidade. A imaginação bem dirigida cria potencial para a mudança.

Você pode acessar o processo antes de falar em público para trazer segurança e leveza para sua apresentação e perceberá como ensaiar a mente, faz uma grande diferença.

Experimente e verá. Como proceder para ancorar recursos:

  1. Identifique um padrão de excelência que quer multiplicar.
    Ex.:aprendizado positivo. Identificando a experiência.
  1. Desenhe a linha do tempo (presente, passado e futuro);
  1. Lembre de um momento em que você teve um aprendizado positivo;
  1. Associe-se à experiência como se ela estivesse acontecendo agora (vendo, ouvindo e sentindo);
  1. Dê um sinal quando estiver no auge da experiência;
  1. Ancorado no auge da experiência, entre no presente da linha do tempo, de tal forma que esteja de costas para o passado e de frente para o futuro;
  1. Tendo como GUIA esta sensação de capacidade de aprendizado positivo, pesquise três experiências que podem ser, a mais RECENTE, a mais INTENSA e a mais ANTIGA;
  1. Caminhe na linha do tempo até encontrar as três experiências;
  1. Agora faça uma ponte para o Futuro e decida ONDE e QUANDO vai utilizar este potencial.
Agora, como está a sensação na sua capacidade de aprender?

A pesquisa de recursos através da memória nos auxilia a resgatar no arquivo do cérebro, os recursos que estão no inconsciente e queremos trazer para o consciente. 

Quando uma pessoa através da fala, mandar o comando: 

“Quero todas as sensações de segurança vividas”

.. o computador do cérebro vai buscar no arquivo das sensações de segurança que estão no banco da memória.

O cérebro é dadivoso para entregar as informações catalogadas e organizadas, precisando apenas que o usuário declare verbalmente o que quer resgatar. Nosso cérebro sabe como fazer: mas nós não sabemos o que o cérebro sabe. É preciso aprender como acessar a fonte de sabedoria infindável do ser humano usando recursos simples como a memória.

Quando uma pessoa resolve trazer para o presente todos os momentos felizes do passado, no mínimo, irá viver melhor.

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Quer saber como se preparar espiritualmente para a vida? Curso PNL aplicada à inteligência Espiritual On-line. 

Como preparar a minha mente para um novo ano!

Como preparar a minha mente para um novo ano!

De repente o tempo passou e você viveu 365 dias entregue às distrações, demandas profissionais, pessoais, familiares, levou o carro para consertar, pagou contas, foi ao dentista, ao shopping mas não viveu intensamente cada minuto.

Chega janeiro e é hora, de fazer um balanço. Passa-se o ano inteiro, e afinal para que serviu o ano que se passou em nossas vidas? O que aconteceu de realmente evolutivo?

É comum fazer uma promessa em dezembro, que tudo vai ser diferente e, esquecer em janeiro, e vem o carnaval e tudo acaba em samba, suor e cerveja, mesmo em pandemia, aliás, até pela pandemia, muitas coisas são deixadas pelo caminho.

Até quando vamos repetir esta receita de fazer projetos em dezembro que serão esquecidos em janeiro? Quando temos responsabilidade em usar o tempo de forma produtiva. Um dia vai chegar e vamos ter de prestar contas.

Que tal estabelecer metas mais internas de você para com você mesmo?

Pergunte-se quais os meus reais impedimentos para ser mais fraterno, generoso, humildade, tolerância, paciência. O que me faz permanecer no degrau de baixo, e o que me fará subir para o próximo degrau.

Que tal pedir que no ano que vem haja mais oportunidades de ser mais amoroso e menos orgulhoso, ser mais altruísta e menos egoísta, ser mais fraternal e menos individualista.

Que tal ser um meio para realizar os fins da natureza?

Que tal cuidar das Sementes e das Raízes? Sonhamos com flores e frutos, mas não cuidamos das sementes e das raízes. Busque agora, porque os frutos do presente, tem suas raízes no passado; e os frutos do futuro encontram suas raízes e suas sementes no agora.

Se no ano que vem quer receber as flores e os frutos da sabedoria, que tal plantar uma decisão no plano mental e ter mais perseverança no plano material?

Renovar não é apenas uma proposta de início de ano e sim para o resto da vida. 

Plante agora o que quer colher no ano que vem! Se quer colher amor, amizade e felicidade, em todos os próximos anos de sua vida, aprenda a levá-los consigo em seu coração.

Círculo da Excelência – Aprenda essa técnica da PNL

Círculo da Excelência – Aprenda essa técnica da PNL

Somos seres de experiência e a vida nos presenteia todos os dias com situações diversas com a finalidade de adquirirmos maturidade. 

Assim, vivenciamos situações de estresse, medo, tristeza, dúvida, ansiedade e vamos aprendendo também como sair delas mais fortes e engrandecidos.

Esse artigo é justamente para encontrarmos soluções que estão dentro de nós e não acessamos por falta de conhecimento.  

Os desafios

Algumas situações são mais fáceis de encontrar a saída do labirinto, outras são mais desafiadoras, em todas elas, quanto mais estivermos tranquilos, melhor será nossa performance.

O que é mais importante do que estar em um bom estado interno para tomar boas decisões, fazer negociações, resolver conflitos, meditar, educar os filhos. 

Mas como fazer isso?  

Quando estamos estressado, com medo, triste, ansioso estamos na pior performance.

Para namorar, dar palestras, estudar, aprender e tudo mais é mais fácil de fazer quando estamos em um estado de recursos. Todos nós nascemos com todos esses recursos necessários para vencer os desafios, no entanto, é preciso aprender a resgatá-los dentro de nós.  

O Círculo da Excelência – Ferramenta da PNL

A Programação Neurolinguística – PNL tem uma ferramenta chamada círculo de excelência que usa a imaginação para poder acessar  melhores recursos nas piores situações.  Vamos ensinar os passos:

Passo 1
Esteja em pé e Inicialmente relaxe. 
Quanto mais relaxado você estiver, melhor será o resultado. 
Solte braços, mãos, e se possível o maxilar, deixe sua língua relaxada.  Imagine se você estivesse duas vezes mais relaxado do que está agora…

Como seria? Se você estivesse duas vezes mais relaxado do que está agora, como respiraria? Se você estivesse duas vezes mais relaxado do que está agora, como estariam os seus braços, pernas,  abdômen e tórax?

Passo 2
Imagine agora que existe na sua frente um tubo de luz que vem do alto e você dará a ele a cor que quiser.

Passo 3
Use sua memória para pensar em um recurso para se sentir melhor, como por exemplo: paciência, segurança, tolerância, amor próprio, confiança, tranquilidade
> Escolha o sentimento que mais lhe aprouver. 

Passo 4
Imagine que dentro desse tubo você queira torna-lo repleto de paz. 
Após imaginar o tubo vibrando o sentimento da paz, você irá perceber que uma forte energia o chama para dentro deste tubo.  

Passo 5
Antes de entrar no tubo, deixe tudo que lhe incomoda aqui fora.

Passo 6
Quando estiver vazio de todo pensamento limitante, dê um passo a frente e entre no tubo, onde o sentimento de paz está vibrando em alta intensidade

Passo 7
Ao entrar o tubo de luz sinta a energia.
Você está mergulhado neste sentimento de paz profunda. 
Você está sendo banhado por este sentimento de paz. 
Cada célula do seu ser, está recebendo agora este sentimento.  

Passo 8
Este tubo de luz cristalina com as cores e os brilhos desejados por você está trazendo tudo o que você precisa receber nesse momento. 

Passo 9
Respire profundamente, e ao inspirar pelo nariz imagine que está entrando em seu organismo, a sensação de paz que invade todo o seu ser.

Passo 10
Deixe que o ar saia pela boca, o mais lento que puder.
Ao deixar o ar sair, imagine está saindo do seu corpo tudo aquilo que não quer mais… impaciência, por exemplo. 
E continue, através da expiração, colocando para  fora, todos os estados e sensações que você não quer mais sentir. Por exemplo: ao inspirar a paz, expire a impaciência.
> Faça a respiração da forma mais lenta possível.

Passo 11
Deixe a paz entrar e sinta a sensação de tranquilidade em todas as partes do corpo, da cabeça aos pés, intensifique.
Se você estivesse duas vezes mais em paz, como seria? 
Como estariam seus músculos do rosto, do tórax, abdomem, braços e pernas.
>> Se você estivesse duas vezes mais em paz,  quais imagens surgiriam em sua mente?
>> O que você diria para você mesmo?
>> Qual seria a sua  fisiologia? 
>> Se você estivesse duas vezes mais em paz, como se sentiria? 

Passo 12
Faça a mesma coisa com as sensações de segurança, felicidade… formando um círculo de Excelência.

Passo 13
Agora que está repleto de sensações fortalecedoras, intensifique…
>> se você estivesse duas vezes mais confiante do que está agora, como seria?
Você pode esboçar um leve sorriso nos lábios. 

Passo 14 – FINAL
Dê um passo para traz, saindo do círculo mas trazendo consigo toda a experiência. 

Repita  este exercício várias vezes, e irá perceber que os momentos de desafio podem se transformar em  oportunidades crescimento.. 

Veja no meu canal no YouTube como fazer o passo a passo do círculo da excelência, clique aqui ou na imagem abaixo:

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O Medo da Liberdade

A maioria da humanidade lambe as próprias correntes e ainda se ilude que é livre. Prefere se jogar no abismo junto com a maioria do que se salvar sozinho. 

Nesse artigo vou falar sobre a liberdade, um desejo de todos mas que também gera crenças limitantes e medo.

O preço das escolhas

O seu humano pensa de acordo com as massas pois não quer se dar o trabalho de pensar. Assim, se acomoda em sua inércia tirando do conforto o prazer suficiente para se contentar com migalhas. 

Cada escolha tem um preço, e os alienados de si contentam-se em alimentar a própria ignorância na qual livram-se da tarefa humana de se fazer melhor do que quando nasceu.  

O homem que escolhe sentir o gosto da liberdade, optou em focar em seus próprios valores e é dirigido por princípios.

Epíteto, filósofo e escravo romano sentia-se livre porque apesar das torturas, afirmava que seu verdadeiro amo era aquele que lhe dava o que realmente precisava: o alimento para sua alma.  

Gandhi se entregava para ser preso sem resistência pois acreditava que os ingleses podiam prender seu corpo, mas jamais, sua alma. 

Nelson Mandela durante antes na cadeia, cultivou a liberdade de escolher permanecer com o seu coração limpo mesmo tendo sido preso injustamente.

Sócrates preferiu tomar cicuta a abrir mão de seus princípios e disse estar curioso para passar pela experiência de livrar a alma da prisão do corpo.

Estes exemplos de homens sábios que optaram pela liberdade podem nos inspirar a entender o conceito elevado de liberdade como um ato de colocarem os valores humanos e princípios acima dos interesses grosseiros e instintos animais.

Nelson Mandela

Entendem eles que liberdade não é se livrar do que incomoda ou do que está impedindo seus interesses individuais e que liberdade é apenas um subproduto de um benefício maior que é cumprir a missão de expressar em vida, o que há de melhor de mais digno, justo, bom e belo.  

Liberdade é apenas um subproduto de um benefício maior

Para isso precisaram conectar com a vontade de querer manifestar a supremacia dos princípios nobres, a coragem alimentada pela fé em seu potencial divino, a criatividade para expressar de forma bela, a imaginação para que a mente pudesse traçar um caminho de uma vida honrada e a inteligência para discernir o que realmente tem importância para se apegar durante a caminhada. 

A liberdade não é um fim em si mesma e sim um estado daqueles que escolheram as referências internas da sua essência divina ao invés de se encantar com imagens falsas  e se apegar aos prazeres fáceis, volúvel e passageira de lutar apenas pela sobrevivência, manutenção e procriação. Isto todo animal também é capaz. 

O homem livre conquista a si mesmo escolhendo o que é mais precioso e eterno. 

Superando o Medo da Pobreza

Superando o medo da pobreza!

Naquilo que você pensa, você vibra e o que você vibra, você atrai.  

Quando você teme alguma coisa, há mais probabilidade de atraí-la. Nesse artigo eu vou te explicar de onde vem os medos, o medo da pobreza e quais técnicas podem ser utilizadas com base na PNL (Programação Neurolinguística) para superá-los. Vamos lá?

O medo é atração

O melhor exemplo é o medo de cachorro, parece que ele fareja o medo e late. 

Se você tem medo de cachorro, não demonstre, ou melhor, nem sequer sinta o medo porque ele sente o cheiro do medo e vai segui-lo e não adianta correr. É pior se apavorar.  No entanto quando se enfrenta e age naturalmente, não demonstrando medo, o cachorro para de atacar e segue outro caminho. 

O medo da Pobreza e a PNL

O medo da pobreza é o mais poderoso dos medos, é uma oração ao contrário.

Quando mais sofrer pela pobreza maior a probabilidade de atraí-la. 

Já morei em favela e lembro-me do quanto minha mente trabalhava no sentido de pensar que tudo aquilo era passageiro. Não sofria a pobreza porque era algo temporário, ou seja a pobreza tinha início, meio e fim. 

O fato de imaginar que não seria para sempre, era como se eu desqualificasse as dificuldades de não ter água encanada e nem fogão.  

Lembro-me do quanto admiti como verdade a frase “Tudo é passageiro com exceção do trocador e do motorista”

Nas padarias eu olhava os doces e imaginava a delícia de comê-lo e pronto.  Hoje imagino o quanto de gordura eu terei a mais se comê-lo.  

A atitude de me distanciar das dificuldades e focar nas oportunidades me ajudou a encontrar trabalho. E valorizei muito o trabalho, a ponto de hoje aos setenta anos não conseguir me aposentar. Sou “inaposentável”. 

Imagino morrer em uma sala de aula, em plena atividade, sentindo o prazer de estar realizando algo que considero importante.  

Troquei o medo pela vontade de aplicar minha energia em alguma atividade, fosse ela lavar um banheiro, deixar um recado, aguar plantas, balconista, babá, ser secretaria, fiz de tudo e sempre encontrava um tempinho para estudar.  Invejava somente aqueles que tinham mais tempo para se dedicar ao conhecimento. 

Lembro-me de ter entrado em um colégio e ficar em pé perto da porta de uma sala de aula, ouvindo com dificuldade a voz do professor. Até hoje sinto uma alegria gostosa de estar em uma sala de aula seja como aluna ou professora.  

A obsessão em acreditar em dias melhores e me colocar em atividade, foram me entusiasmando e atraindo acontecimentos que se transformaram em oportunidades as quais agarrava com unhas e dentes. 

Existem várias maneiras de enriquecer, e a PNL traz técnicas e ferramentas onde o individuo olha para dentro de si e concentra a sua energia e força na busca pelo que lhe faz crescer.

Até os objetivos, com a PNL, se transformam, pois o autoconhecimento faz com que a pessoa entenda que nem sempre o que ela quer é o que ela precisa, e isso contribui na expectativa x realidade, evita frustrações e incentiva a percorrer o que de fato importa e acrescenta.

Hoje me sinto rica de energia da assertividade. Atualmente coloco minha energia onde ela é necessária para mim e para outras pessoas. Olho para traz e percebo o quanto avancei, ousei e desafiei o medo a ponto de valorizar cada experiência, cada degrau, cada esforço para ter a recompensa de me sentir mais forte do que o medo.

Acumulei a riqueza da experiência em enfrentar o medo. Dentro de mim, no meu laboratório de vida, desenvolvi o antídoto contra a paralisia e avancei!

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – PNL irá lhe ajudar a vivenciar de forma saudável todas as emoções internas e externas e agir na inteligência psíquica e emocional. 

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Saber se comunicar é um dom ou se aprende?

Saber se comunicar é um dom ou se aprende?

Por muito tempo em minha vida, senti na carne a dor das incompreensões e desentendimentos frutos de uma comunicação distorcida.  O resultado? Perdi amizades, fiz péssimos negócios e o mais grave de tudo: criei um ambiente interno confuso ao ignorar os preceitos básicos de uma boa comunicação. 

Eu mesma não conseguia traduzir em palavras o que realmente acontecia dentro de mim, e vivia dentro da mais tosca ignorância afetando negativamente o lado emocional. 

Nesse artigo você entenderá a importância de uma comunicação clara, objetiva e assertiva, e discutiremos se ela já vem conosco ou pode ser adquirida durante a nossa jornada, vamos lá?

Outro idioma

Na vida familiar e profissional era como se eu falasse chinês para alemães. As palavras não eram compreendidas, quando mais falava maior o atrito, e os relacionamentos tornaram-se de baixa qualidade. Sem contatos pessoais verdadeiros e profundos, aos poucos me sentia uma ilha perdida no oceano, sem conexão com as demais, e o mais sofrido, uma estranha sem entender a mim mesma.  

Embora procurasse me silenciar diante das outras pessoas, eu não conseguia fugir do barulho das falas internas.  A vida interior foi se tornando algo confuso e sem sentido.

A PNL aplicada a comunicação assertiva

No auge da crise, conheci a Programação Neurolinguística – PNL e compreendi a importância do uso da palavra adequada no processo da comunicação.

Custei muito a entender que: “A responsabilidade da comunicação é do emissor”. 

Se o receptor compreendeu diferente é porque faltou sensibilidade para falar uma linguagem adequada ao nível do ouvinte. Embora não tenha nascido com o dom da comunicação, aprendi, com a PNL, a me comunicar de forma adequada, me fazendo entender e entendendo mais as pessoas. 

Comunicação

Atualmente, tenho a certeza de que o que eu digo é diferente do que a pessoa escuta e por esta razão uso as perguntas para me certificar se o que o outro entendeu foi o que realmente foi dito. 

Mapa não é território

Uma revelação que muito me ajudou na comunicação foi o pressuposto utilizado pela  PNL, de que  “Mapa não é território”.  Ou seja, o mapa que fazemos da realidade é diferente da realidade. Posso olhar uma rosa e descrevê-la de forma diferente de uma outra pessoa.

Cada um vê a mesma coisa de uma perspectiva única e original, assim como a impressão digital, não existe percepção idêntica. 

E ainda tem o fato de que, cada palavra está grávida de vários significados.  Se  perguntarmos o significado da palavra “amizade” cada pessoa dirá e sentirá algo diferente. Enfim, cada cabeça, uma sentença.

PNL aplicada a Inteligência Emocional

Para resolver esta questão existem algumas técnicas da PNL que diminuem os ruídos entre o emissor e o receptor, por exemplo: abolir os adjetivos e substituí-los por descrições sensoriais, ou seja ao invés de dizer que uma “pessoa é boa” deverá descrever os comportamentos que traduzem bondade, por exemplo: a pessoa cuida dos irmãos, é voluntária em obras de caridade etc. Esta forma, descrevendo ações, é mais fácil entender a que ser refere o adjetivo “boa”.  

O adjetivo “boa” pode estar relacionado a vários outros aspectos, como por exemplo:  um ladrão pode ser muito bom no que faz.  Uma mulher pode ser considerada “boa” pelas medidas do seu corpo.

Então, para evitar interpretações subjetivas, a comunicação é mais eficiente quando há descrições de fatos, pois contra fatos não há argumentos, nem suposições.

Em uma discussão por exemplo quando ouvimos: que alguém é desatencioso. O ideal é perguntar: Qual foi o comportamento que você observou no outro para deduzir que ele é desatencioso? Utilizar perguntas a fim de traduzir o adjetivo em comportamentos,  é a base da comunicação cientifica que vai além da ofensa pessoal e  nos dá uma informação de como o outro está percebendo o nosso comportamento.

Falar do comportamento é mais pedagógico e não ofende a identidade da pessoa.

Abolir os julgamentos é retirar do vocabulário os adjetivos e se comunicar apenas com informações de alta qualidade, isto é informações sensoriais: o que vê e ouve.

Esta regra auxilia também o autoconhecimento porque ao invés de dizer: “Eu sou preguiçoso”, é mais educativo descrever os fatos que levaram a esta conclusão, como por exemplo: “Por quatros vezes, nesta semana, eu dormi durante o dia e adiei as tarefas.” 

Ser preguiçoso é uma afirmação que afeta a identidade e baixa a estima, mas ter comportamentos é algo que pode ser modificado.

Assim, a autoestima continua em alta e toma-se consciência de que a preguiça está precisando ser neutralizada com a disciplina, por exemplo. Esta comunicação e’ eficiente na transformação dos seres humanos porque expõe a limitação e resgata o recurso necessário, permanecendo o senso de valor. 

Tom da Voz

Outra regra importante para uma comunicação persuasiva é o tom de voz e a fisiologia congruente. Dependendo da forma como se fala, tem “não” é que é “sim” e, tem “sim” que é “não”.  E muitos outros usos da palavra que podem preservar o estado emocional tais como: “estou atencioso com…” ao invés de “estou preocupado…”, dizer: “estou aborrecido…”, ao invés de “estou com raiva..”, ao invés de dizer “não tenho a menor dúvida”, dizer: “tenho certeza”.  

Isto porque cada palavra tem um energia que impacta negativa ou positivamente no sistema nervoso e pode-se evitar o estresse, aprendendo a escolher palavras com  impactos positivos.  

No que diz respeito ao uso dos verbos, uma coisa é dizer: “Sou doente”, outra coisa é dizer: “Estou doente”.  Percebam que dizer: “Sou alegre” é mais edificante do que “Estou alegre”. Por falta de conhecimento do poder da linguagem na comunicação, utilizado o verbo “ser” e “estar”, indevidamente. Assim como os tempos dos verbos “gostaria” ou “estou querendo” tem impacto fraco ou forte na realização de uma ação.  O futuro do pretérito tem menos força do que o gerúndio. 

O Poder da Palavra

Enfim, a palavra é uma ferramenta importantíssima para definir a qualidade dos relacionamentos de uma pessoa com ela própria e com os demais, e a PNL  ao pesquisar os grandes comunicadores, descobriu que é possível modelar uma linguagem elegante e poderosa para influenciar a si próprio e encantar os demais com palavras que resgatam estados de excelência e tornam a comunicação um instrumento de inspiração e aproximação entre pessoas. 

Você pode reaprender a falar de forma mais assertiva e melhorar os resultados de sua comunicação, conquistando mais qualidade de vida. 

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – PNL irá lhe ajudar a vivenciar de forma saudável todas as emoções internas e externas e agir na inteligência psíquica e emocional. 

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A Origem do Medo

A origem do medo?

O maior medo é ter medo de sentir medo. A sabedoria está em aprender a lidar com os medos pois são forças instintivas com o objetivo de nos proteger diante do abandono, do enfrentamento, da perda e da morte. 

Nesse artigo você entenderá a origem dos medos e quais as armas que temos para enfrentar-los.

Medos Primários

São denominados os medos primários e são  sagrados porque contribuem com a nossa evolução. Por exemplo o medo do abandono nos faz cuidar das nossas relações sendo carinhoso para que o outro nos aceite e nos queira por perto.  

Medos e enfrentamentos

O medo de perder nos faz mais cuidadosos, mais prudentes, mais econômicos em administrar as posses e o prestígio e até os recursos naturais, sendo mais parcimoniosos em usar a água, a terra e o ar.  

O medo de enfrentar faz com que a gente se prepare mais para uma reunião, para um encontro e também para enfrentar nossas sombras. É desafiador saber que não é o outro o culpado do nosso aborrecimento e sim as sombras: o próprio orgulho, rigidez, radicalismo, egoísmo, prepotência. E enfrentar a dor das nossas debilidades que estão no inconsciente é trazer a luz para aquilo que não queremos ver. 

Negar as sombras é um suicídio inconsciente que leva a intranquilidade, falta de paz de espírito, por não querer escutar a voz profunda, o chamado da consciência. 

Isto porque temos um medo inconsciente de reconhecer as nossas debilidades e também um medo de resgatar nossos potenciais de generosidade, de fraternidade e outras virtudes. Porque quando for fraterno realmente, como irei agir? Esta nova maneira de ser, amedronta.

Steve Pressfield diz que um dos nossos medos inconscientes é o medo de ser bom, pois a bondade exige uma mudança estrutural em nossas vidas.  

Medo da morte

E por último temos o medo de morrer e assim cuidamos do corpo, da saúde, temos atenção ao atravessar a rua. O medo é paralisante quando o colocamos na frente, mas  nossa frente, mas excelente quando vem atrás nos impulsionando. 

Medos, fobias e o desconhecido

Fazendo um retrospecto, na história da humanidade, a absoluta falta de conhecimento, faz com que o medo vença a capacidade de realização e a vida torna-se pequena, banal e sem sentido. O medo enfraquece e manipula. Se quer dominar uma pessoa, inculta o medo e ela irá se dobrará diante de você. 

A lista de medos é infindável.

Medo de elevador, de ficar em lugares fechados, medo do amanhã, de mudar de cidade, de perder bens materiais, de perder a família, o prestígio, o poder, medo da pobreza, da crítica, da doença, meda da velhice, medo da perda da liberdade. 

Qual é o seu medo?

Os piores medos são os desconhecidos que estão no inconsciente atrapalhando a evolução, tais como o medo do fracasso. E nesse momento é importante questionar se o fracasso é em relação a expectativa dos outros. Será que é tão importante atender os parâmetros que a sociedade considera como sucesso? 

As vezes se valoriza tanto o “parecer ter sucesso” que se deixa de lado o que é a realização plena, os sonhos e os ideais. Atender as exigências dos padrões externos é um caminho para sentir o quando é gigante o medo do fracasso, pois a expectativa do outro é sempre maior do que se possa realizar. 

Existe o Fracasso?

Segundo a PNL (Programação Neurolinguística), existe somente resultados. Afinal somos falíveis e estamos aqui para aprender a viver e viver é aprender com as falhas.

É doentio querer cobrar a perfeição. Perfeição é de outra dimensão que transcende a condição humana. O equívoco é uma oportunidade de experimentar diversas maneiras de conseguir algo. A vida é um aprendizado de erros e acertos. 

Erros e acertos

Outro medo muito forte é o da mudança, de ser diferente, de fazer diferente. E maior será o medo quanto maiores forem as referências externas. Depender de apoio dos outros é um prato cheio para o medo.   

As empresas de seguro, aumentam os perigos externos, porque quanto mais a pessoa tiver medo, mais fácil é manipular para comprar a apólice de seguro.  Quanto maior o foco no centro de si, menor será o medo, e quanto mais avançar  apesar dos medos, mais confiança de fazer o diferente, e aos poucos vai trazendo uma segurança que aumenta a capacidade de vencer e também o poder sobre nós mesmos. 

No centro o medo não existe. 

Outro medo muito conhecido, é o medo do desconhecido, e não é somente o medo do desconhecimento de situações externas, e sim daquilo que desconheço dentro de mim e por esta razão me domina. Fugir daquilo que  desconhece é se diminuir. O que faz uma pessoa recuar é a falta de confiança de que pode vencer.  

O medo do desconhecido vem da falta de autoconhecimento pois quando a pessoa conhece suas reações e a capacidade de dominar as situações limites, o medo desaparece.

Todos estes medos tem origem no apego. As classes mais abastadas tem medo de perder aquilo que já conquistaram e por esta razão sofrem de um medo crônico. Os miseráveis são perigosos e afoitos, pois não tem nada a se apegar e porque não tem nada a perder. 

O medo paralisante nos estaciona, nos envelhece, ao perder a esperança, a capacidade de aprender e de renovar, cedemos ao medo e envelhecemos por antecipação.

Quem não erra é porque não realiza

Mas a vida é pedagógica e tem o objetivo de oferecer ao ser humano a capacidade de crescimento através de problemas, de aprender a lidar com os medos, os “fracassos”, o desconhecido. 

Dentro da visão filosófica não existe o fracasso absoluto, existe o erro, e quem não erra é porque nada realiza.

Viver não tem ensaio e para se autoconhecer, requer se jogar nas situações e relacionamentos. Um ermitão em uma ilha isolada é incapaz de avaliar a capacidade de aceitação, de paciência, de flexibilidade pois o conhecimento de si, aflora na relação, no contato com o outro. 

Não adianta ler um livro, e sim reconhecer o medo e agir. Se ficar paralisada significa que o medo dominou e a solução é agir cobrando uma passagem para neutralizar o medo de viajar de avião. O medo se retrai e pode até se dissolver diante do enfrentamento

Como o medo é uma força da natureza, um instinto, um impulso que permite manter a vida, na própria origem do medo, está a capacidade de superação. É no próprio medo que vem a força de enfrentar o problema, e para descobrir o antídoto deve-se perguntar:

Porque o medo de enfrentar esta situação? E descobrindo as raízes internas, encontrará como transcender. O antídoto do medo está dentro de cada pessoa.

Para resolver o medo é preciso ir para o patamar de cima, pois a solução do problema está em um nível acima do qual foi criado. Isto requer uma melhoria interna ou seja, desenvolver capacidades: de se relacionar, de falar em público e muitas outras. 

Buscar dentro de si recursos para solucionar uma situação de medo é uma forma de crescer. Resgatar capacidades novas, que ainda não foram utilizadas, é uma oportunidade de se expandir por dentro. 

O medo vem pela insegurança, de sentir-se incapaz de ter poder sobre si mesmo.  Acreditar em si e ter confiança é a chave para avançar apesar do medo.

Desde que nascemos a vida entrega novidades para que se possa desenvolver capacidades para dominar a realidade. Às vezes, por preguiça de pensar alimentamos a ideia de que o problema não tem solução, até que a vida  coloca uma barreira no caminho, como uma oportunidade de crescimento e nos oferece a opção de potencializar as debilidades e estagnar ou, descobrir qualidades internas que nem sabia que tinha e crescer. 

Elemento importante para vencer o medo é a AÇÃO e em segundo lugar a CORAGEM. Segundo Platão, coragem é seguir as vozes da razão independente da dor ou prazer. Quando se segue os princípios, o medo da dor e do sofrimento, ficam em segundo lugar.

O medo está no DNA como instinto de preservação, e por esta razão, está ligado ao egoísmo que torna a pessoa cada vez mais individualista e fechada em uma redoma com medo de sair de casa, de dirigir, de se expor, de ser ridicularizada, de ser traída pelo outro.  

Superando os medos

A solução é caminhar e fazer o que tem de ser feito apesar do medo.   E  acima de tudo, resgatar o amor.  O amor é o sentimento que faz com que se rompam as barreiras que o medo trava.  O medo primário cuida de nós, mas o amor cuida de todos.  O amor este sentimento mais amplo que se conecta com o que é divino e que move todas as coisas, vai fazer com que a gente vença o instinto em nome de um valor maior, uma virtude humana.  Além do instinto de preservação, o que deve dominar na vida dos seres humanos são os sonhos e os valores.  

O medo não é para ser eliminado e sim apender a conviver com ele.  O medo é positivo quando nos deixa atentos para perceber o perigo que ameaça o físico, psicológico e mental e aprender a reagir e crescer.  Se o medo paralisa, ele é negativo. Podemos disser que o medo é uma realidade do ser humano e pode nos dominar e nos adoecer, ou pode ser trabalhado positivamente e nos ajudar a evoluir. 

A fonte e a superação

A fonte do medo é o apego e a ignorância. Por exemplo, o medo de morrer é desconhecimento de que a consciência é imortal, e somente o corpo, esta vestimenta de carne e osso é temporário, a consciência é eterna. Quando sairmos desta dimensão terrena, continuaremos existindo em algum lugar. “Busque a verdade, e a verdade o libertará”

Através de um processo de autoconhecimento, de observação imparcial  perceba a diferença do medo instintivo, o medo real e o criado. 

A consciência pode lhe livrar do medo criado, e estabelecer uma convivência pacífica com os medos instintivos. A chave da prisão é separar os medos criados dos medos necessários à autopreservação. Consciente dos medos é possível abrir caminho para a autoconfiança, a fé em si mesmo, o ingrediente indispensável de uma vida que vale a pena ser vivida.

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